terça-feira, 20 de novembro de 2012

J. Edgar





A meu ver este é um filme muito interessante, que nos conta a história de J. Edgar Hoover o primeiro diretor do Federal Bureau of Investigation (FBI). Baseado em factos verídicos o filme leva-nos então a conhecer não só a história deste homem, mas também a história do FBI e das pessoas que rodeavam o seu primeiro diretor.

"J. Edgar" é um filme que no meu ponto de vista pode ser visto numa aula de História, pois seria um benefício para os alunos. Apesar de ser um pouco monótono esta película leva-nos a conhecer variadas coisas para além da história do FBI, pois fala-nos do mundo e dos Estados Unidos da América e mostra-nos como era aquela época.

Achei interessante a história ser contada por um J. Edgar envelhecido e nos ser mostrada através de longos flashbacks, que eram bem colocados nas sequências. Destaco o desempenho de Leonardo DiCaprio, que a meu ver está mesmo muito bom e mostra mais uma vez que este ator tem talento.

Destaco ainda a brilhante caracterização das personagens, principalmente do trio de protagonistas composto por Leonardo DiCaprio, Armie Hammer e Naomi Watts que está irreconhecível. "J. Edgar" oferece-nos excelentes desempenhos por parte dos atores principais mas podemos contar também com um elenco secundário com boas representações, que é o caso de Judi Dench, Christopher Shyer e Jeffrey Donovan.

Na minha opinião o uso de imagens reais, a preto e branco, é muito interessante. A ideia de conhecermos o passado do FBI para mim é excelente, pois é um interesse meu e gostei de conhecer parte da sua história. Para quem vê a série "Mentes Criminosas", que a meu ver é muito boa, percebe as diferenças do FBI entre a época do filme "J. Edgar" e a época atual.

"J. Edgar" é um filme de 2011 e é realizado por Clint Eastwood, que segundo o meu ponto de vista nos ofereceu um filme bem realizado. O filme tem Dustin Lance Black como argumentista e conta ainda com Ed Westwick, Josh Lucas, Denis O'Hare, Damon Herriman e Roberta Bassin, entre outros.



4*

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Atividade Paranormal 4





Este filme passa-se cinco anos depois do desaparecimento de Katie (Katie Featherston) e Hunter, onde descobriremos o que lhes aconteceu. Em "Atividade Paranormal 4", título nacional, dá-nos a conhecer uma nova família, aparentemente sem ligação aos outros filmes da saga. Esta história leva-nos a testemunhar estranhos acontecimentos na casa de Alex (Kathryn Newton).

"Atividade Paranormal 3" mostrou-se como uma prequela de "Actividade Paranormal" e "Actividade Paranormal 2", mas este novo filme é uma sequela, sendo passado em 2011.

"Paranormal Activity 4", título original, está excelente e deixa-nos de nervos em franja. Este filme tem alguns momentos mais chill out, mas continua a ter momentos tensos e arrepiantes que a saga já nos tem habituado. Com bons sustos e com muito suspense deixamo-nos levar pela história, o que nos faz saltar da cadeira em variados momentos.

Achei brilhante a ideia do uso das novas tecnologias como os computadores portáteis e a Xbox, que na minha opinião nos ofereceram novas maneiras de ver o filme. O uso da consola dá-nos também momentos de suspense, pois conseguimos ver mais coisas com a visão noturna ligada.

"Paranormal Activity 4" tem personagens assustadoras, que é o caso de Robbie (Brady Allen). Também Katie está mais assustadora do que já a conhecíamos dos outros filmes e com um aspeto mais velho. No elenco destaco também o desempenho de Kathryn Newton, que mostrou que pode vir a ser uma promissora atriz.

Nesta película há um twist que eu não esperava, o que me agradou. Descobrimos algumas coisas, mas falta ainda saber mais. É como montar um puzzle, sabemos tudo a seu tempo, pois alguns dos mistérios só devem ser descobertos em "Paranormal Activity 5", já confirmado.

Todo a história está repleta de suspense, mas os últimos momentos do filme são de tirar o fôlego. A meu ver a última sequência antes dos créditos dá-nos a perceber que haverá um quinto filme e a cena depois dos créditos leva-nos a perceber que haverá um spin-off latino, que também já foi confirmado.

Este filme foi realizado em 2012 por Henry Joost e Ariel Schulman, realizadores do terceiro filme da saga. "Atividade Paranormal 4" conta com Chad Feehan e Christopher Landon como argumentistas e Oren Peli como um dos produtores. No elenco contamos com Katie Featherston, Kathryn Newton, Matt Shively, Stephen Dunham, Brady Allen, Alexondra Lee e Aiden Lovekamp, entre outros. Por fim acabo a minha análise recomendando este filme, vejam pois é excelente.



5*

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Alice no País das Maravilhas





Não me lembro se quando era mais novo vi ou não "Alice no País das Maravilhas" (título nacional), mas revi este filme e gostei muito da história. Os clássicos da Disney para mim foram e sempre serão dos melhores filmes de animação que alguma vez veremos.

A história deste filme está muito boa e é interessante, este deve ser visto por todos e não só pelos mais novos. É um filme que nos transmite uma moral, que a meu ver é "sonhando consegues construir qualquer coisa".

"Alice in Wonderland" (título original) é um filme de 1951, com realização tripartida por Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske. Baseado no livro homónimo de Lewis Carrol, esta história traz até nós um mundo mágico repleto de personagens especiais como o Coelho Branco, o Chapeleiro Louco, o Mestre Gato, a Lebre Maluca, a Lagarta, o Dodô e a Rainha de Copas, entre outros.

É um filme com uma mensagem para todos e essa mensagem é para não desistirmos dos nossos sonhos, para acreditarmos em nós. Já Lewis Carrol dizia: "Tudo tem uma moral, se a encontrarmos." Por falar muito dos sonhos é um pouco "A Origem" para os mais novos e muito mais fácil de entender.

Mas o filme fala também do poder da monarquia, aqui demonstrado através da personagem Rainha de Copas. Fala também do ensino, do crescimento e é uma fábula muito engraçada.

"Alice no País das Maravilhas" é um filme com boas músicas, com uma história muito boa e diverte quem o vir. Vi dobrado em português e algumas das vozes já são conhecidas dos vários filmes de animação. Recomendo este filme, pois está muito bom.





4*

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Despojos de Inverno





Este "Despojos de Inverno" (título nacional) foi para mim muito aborrecido, cheguei mesmo a pensar desistir de o ver. Mas lá vi o filme todo e considero-o razoável.

A história não está má, contudo não me cativou muito. O filme é demasiado monótono e por a história ser um pouco pesada a história torna-se maçador. O filme tem uma hora e quarenta e, na minha opinião, causou enfado, deixando-me entediado.

Apesar de "Winter's Bone" (título original) ser aborrecido tem algumas coisas favoráveis, como exemplo temos o bom desempenho de Jennifer Lawrence como Ree. A atriz mostra neste filme e em "The Hunger Games - Os Jogos da Fome" que é uma das mais requisitadas atrizes da atualidade.

Em "Despojos de Inverno" a personagem Teardrop, interpretada por John Hawkes, apesar de estar parecida com a sua personagem em "Martha Marcy May Marlene" não chega a esse nível, contudo o ator oferece-nos um desempenho bom.

Gostei também da banda sonora e por último o tom realista que a história nos oferece é uma das razões pelas quais não deixei de ver o filme a meio. Há partes que parecem mesmo reais, por exemplo, as cenas dos esquilos e do rio.

Fiquei um pouco desiludido por não sabermos o grande segredo do filme, pois esperava que revelassem quem era o verdadeiro culpado pela morte. Este filme de 2010 foi realizado por Debra Granik e conta com argumento da mesma e de Anne Rosellini e é baseado no livro de Daniel Woodrell.



2*

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

[REC]³ Génesis





A história desenrola-se no casamento de Clara (Leticia Dolera) e Koldo (Diego Martín) que acompanhados da sua família e amigos festejam, mas algo terrível acontece e quem viu os outros filmes percebe que a carnificina está prestes a começar.

A história de "[REC]³ Génesis", título nacional, por se passar num casamento está mais romântica, por vezes até de mais, mas a essência está lá. O amor que os noivos nutrem um pelo outro é-nos transmitido através da sua luta para se reencontrarem no meio dos convidados, que agora são criaturas monstruosas. O bom disto é que nos prende ao ecrã e torcemos para que Clara e Koldo se voltem a encontrar.

O contraste entre o início do filme em tom festivo e o resto do filme num estilo terror e suspense é notório. "[Rec]³: Génesis", título original, está bom mas podia estar melhor. Este filme não está ao mesmo nível dos primeiros, sendo menos bom que esses.

O filme peca por não ter uma ligação forte aos seus antecessores, pois para quem não estiver com atenção não o consegue enquadrar na história de "[REC]" e "[REC] 2". A ligação mais visível aos filmes anteriores é uma mordidela de cão na mão de um personagem e umas frases no diálogo do padre (Xavier Ruano).

Este filme está diferente não só por ser passado noutro sítio mas também por ter abandonado quase totalmente o género found footage, o que nos reduz a capacidade de nos sentirmos no filme. Apesar de não nos sentirmos sempre dentro do filme há algumas, mas poucas, cenas que nos fazem sentir que estamos lá.

Contudo este filme de 2012 continua a ter uma coisa que os outros também tinham, que é sustos. "[REC]³ Génesis" fez-me saltar várias vezes da cadeira, pois não previmos muitos destes sustos. Os zombies, ou melhor os infetados pelo vírus, estão bem caracterizados e são assustadores.

"[Rec]³: Génesis" é também muito religioso, pois rezando e atirando água benta às criaturas monstruosas pode ser possível conseguirmos sobreviver. Para quem não sabe Génesis é o primeiro livro da Bíblia e tratava a temática da criação do Mundo. No filme génesis, a meu ver, marca o início do caos e dá-nos informações sobre a origem do problema.

Algumas cenas são bem acompanhadas pela música e isso dá-nos a conhecer a banda sonora do filme, que na minha opinião, é boa. "[Rec]³: Génesis" traz-nos algumas cenas de terror que nos fazem rir talvez por serem um bocado parvas ou exageradas e oferece-nos um segmento que mistura perfeitamente terror e ação, que é a cena da motosserra.

O desenrolar do filme sobe de tom, sendo mesmo de cortar a respiração. As últimas cenas fazem-nos suspirar de alívio, mas zás algo acontece. Algumas cenas de terror deste filme são nojentas sendo mais hardcore que os filmes anteriores, outras são completamente exageradas.

"[REC]" e "[REC] 2" foram realizados por Jaume Balagueró e Paco Plaza, mas "[REC]³ Génesis" é apenas dirigido pelo último. No elenco o destaque principal é para Leticia Dolera e Diego Martín que nos faz sentir química, já no elenco secundário há destaque para Àlex Monner, Ismael Martínez, Xavier Ruano, Emilio Mencheta e Claire Baschet.

Saí do cinema não com uma sensação de desilusão, mas com um pensamento de que podia estar melhor e podiam ter feito mais. Este filme deixa arestas por limar, faltam peças a este puzzle repleto de carnificina e deixa-nos a pensar o que se poderá passar no próximo filme. Ainda bem que tão depressa não vou a casamentos, é o pensamento que fiquei ao ver o filme.



3*

domingo, 7 de outubro de 2012

Noivas em Guerra





Liv (Kate Hudson) e Emma (Anne Hathaway) são as melhores amigas desde sempre e têm como sonho casarem em junho no Plaza de Nova Iorque, mas tudo muda quando os casamentos são marcados erradamente para o mesmo dia.

"Noivas em Guerra" (título nacional) é um filme divertido para se ver num domingo à tarde, tem momentos cómicos, faz-nos rir, tem uma história engraçada e transmite-nos uma mensagem.

O filme mostra que o amor nem sempre é forte, podendo terminar e uma amizade mesmo com alguns erros cometidos e alguma discussão quase sempre sobrevivendo.

Passei uma bela tarde a ver "Bride Wars" (título original) que nos traz Kate Hudson e Anne Hathaway sexys como sempre e boas atrizes, são elas que nos oferecem os momentos mais hilariantes do filme. Há alguma química entre as atrizes, mas poderia haver ainda mais.

Este filme de 2009 peca por ter alguns clichés e por possuir algumas cenas redundantes. Apesar de ser um pouco previsível pode-nos surpreender, como aconteceu comigo.

A história deste filme realizado por Gary Winick e com argumento de Greg DePaul, Casey Wilson e June Diane Raphael pode ou não fazer-nos pensar na amizade.

Para além do elenco principal, o secundário também nos oferece cenas cómicas e gostei também de Candice Bergen ser a narradora da história.



3*

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Viagem ao Centro da Terra 2: A Ilha Misteriosa





Depois de uns dias de pausa estou de volta com a minha análise ao filme "Viagem ao Centro da Terra 2: A Ilha Misteriosa", título nacional. Tudo começa quando Sean Anderson (Josh Hutcherson) recebe um sinal de socorro codificado vindo de uma misteriosa ilha e decide procurar este local. Mas não vai só, o seu padrasto Hank (Dwayne Johnson) tem de o acompanhar.

Para chegarem ao destino têm de viajar com Gabato (Luis Guzmán), o piloto de helicópteros de Palau que os levará à ilha, e com a sua filha Kailani (Vanessa Hudgens). Várias peripécias acontecem e já na ilha encontram Alexander (Michael Caine), o avô de Sean.

Este é um filme divertido, com uma história engraçada e é sem dúvida um filme para toda a família. Ao bom elenco que o filme nos oferece juntam-se efeitos especiais bem conseguidos, algumas paisagens maravilhosas e algumas cenas cómicas. Apesar de não ter visto o filme em 3D vi-o bem na versão normal, resumindo é um bom filme que serve para nos entreter.

"Journey 2 - The Mysterious Island", título original, é um filme realizado por Brad Peyton e com argumento de Brian e Mark Gunn. No elenco contamos com Josh Hutcherson, Dwayne Johnson, Vanessa Hudgens, Luis Guzmán, Michael Caine e Kristin Davis. Este filme de 2012 foi baseado no livro "A Ilha Misteriosa" escrito por Júlio Verne, pode também ver a crítica a "Viagem ao Centro da Terra" neste blog.



3*

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Martha Marcy May Marlene





"Martha Marcy May Marlene" é um filme de 2011 com realização e argumento de Sean Durkin, que conta no elenco com Elizabeth Olsen, John Hawkes, Sarah Paulson, Hugh Dancy, Christopher Abbott, Brady Corbet, Maria Dizzia, Louisa Krause e Julia Garner, entre outros.

É um filme que nos faz pensar e que apesar de ter uma história um bocado confusa é muito boa. "Martha Marcy May Marlene" conta com um elenco brilhante, principalmente Elizabeth Olsen que provavelmente é melhor atriz que as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen.

Tudo começa quando Martha (Olsen) foge da seita onde vivia e se reencontra com a sua irmã Lucy (Paulson), a qual já não via há algum tempo.

A história de Martha na comunidade onde vivia é-nos contada através de flashbacks, que apesar de parecerem confusos não o são. Acompanhamos Martha no presente e passado recente, onde era tratada por Marcy May, descobrindo o porquê da fuga.

Através da personagem principal percebemos que na vida adaptarmo-nos pode ser dificil, mesmo com uma mudança de rotina as coisas podem ficar diferentes. Foi que aconteceu com Martha, que mudou completamente de vida de um lugar fechado e intimista para um mundo com mais liberdade.

John Hawkes está intimidador como líder da seita, a sua presença mete respeito e nota-se que a sua personagem Patrick é autoritária. Sarah Paulson mostra-nos um ladro maternal, terno e meigo. Mesmo nas personagens se nota a diferença entre os dois mundos, contudo o passado pode-nos perseguir.

Mas a chave de ouro de "Martha Marcy May Marlene" é Elizabeth Olsen que está perfeita, sendo credível mesmo nos momentos de paranóia. Martha transmite-nos drama, dor e um pouco de felicidade.

O final do filme é abrupto, mas mostra-nos que poderá haver esperança para Martha sendo a passagem para uma nova etapa da vida. A não perder, vejam.



4*

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O Motel





Tudo começa quando o carro de um casal de futuros divorciados se avaria no meio do nada e estes têm de pernoitar num velho motel... Já no quarto descobrem um leque de vídeos onde estão gravadas mortes, aparentemente feitas no mesmo quarto. Agora têm de fazer tudo para sobreviver...

"O Motel", título nacional, é um filme que está repleto de suspense e muitos sustos. Resumidamente é um filme que nos deixa de nervos em franja, coloca-nos no lugar das personagens. Apesar de ter alguns twists é porém um pouco previsível, já Kate Beckinsale e Luke Wilson estão bem nos principais papéis. O pior do filme é o final, pois era um pouco fosco (um pouco sem brilho) esperava um pouco mais.

"Vacancy", título original, é um filme de 2007, realizado por Nimród Antal, produzido por Hal Lieberman e com argumento a cargo de Mark L Smith. No elenco principal contamos com Kate Beckinsale, Luke Wilson e Frank Whaley.

Será que o casal sobreviverá? Será que Amy (Beckinsale) e David (Wilson) irão fazer as pazes? Veja "O Motel" e descubra...



4*

sábado, 8 de setembro de 2012

O Discurso do Rei





Depois de uns dias de férias o blog "Os Filmes de Frederico Daniel" está de volta com a análise do filme "O Discurso do Rei" (título nacional) que nos mostra a história do Rei George VI (Colin Firth), do seu problema de gaguez e da sua subida ao trono de Inglaterra. É um filme bastante simples mas excelente, com um elenco magnífico e uma boa caracterização da época e das personagens. Eu comecei a ver o filme sem nenhuma expectativa, pois pensava que iria achá-lo aborrecido. Porém surpreendeu-me bastante pela positiva.

"The King's Speech" (título original) é um filme de 2010 realizado por Tom Hooper e com argumento de David Seidler, ambos receberam em 2011 o Óscar de Melhor Realizador e o Óscar de Melhor Argumento Original respetivamente. No elenco contamos com Colin Firth, Helena Bonham Carter, Derek Jacobi, Geoffrey Rush, Calum Gittins, Jennifer Ehle, Dominic Applewhite, Ben Wimsettt, Freya Wilson, Ramona Marquez, Michael Gambon, Guy Pearce, Claire Bloom, Eve Best e Timothy Spall, entre outros.

Baseado em factos verídicos, o filme aproxima-nos mais da história, podendo (ou não) criar em nós um querer saber mais sobre a história. Como já disse "O Discurso do Rei" caracterizou bem os anos retratados e achei genial terem incluido pelo menos um vídeo real no meio do filme e a caracterização dos atores está também excelente, Helena Bonham Carter está perfeita, Colin Firth também e notam-se algumas semelhanças entre Guy Pierce e Edward VIII, a sua personagem.

Colin Firth mereceu sem dúvida alguma o Óscar de Melhor Ator, pois 'carrega o filme às costas' e mostra-nos uma personagem que não desiste, façamos vénia a este desempenho. Já Geoffrey Rush, embora noemado, não venceu o Óscar de Melhor Ator Secundário com a sua personagem Lionel Logue, a ultrapassar o seu problema de gaguez e proferir o seu importante e determinante discurso. Por tudo isto recomendo "O Discurso do Rei" vencedor também do Óscar de Melhor Filme em 2011. Definitivamente a não perder, vejam.



5*