terça-feira, 29 de novembro de 2011

A Saga Twilight: Amanhecer Parte 1



Está excelente, tem uma história maravilhosa e tem um bom elenco. O filme baseia-se no livro Amanhecer escrito por Stephenie Meyer, que aparece numa cena no filme como fez em Crepúsculo. O livro levou à criação de dois filmes, este filme retrata o início do fim de uma saga.

A Saga Twilight: Amanhecer Parte 1 (título em português) ou The Twilight Saga: Breaking Dawn - Part 1 (título original) é de 2011 e conta com realização de Bill Condon e com argumento de Melissa Rosenberg, que foi a argumentista de todos os filmes da saga.

No elenco principal estão Kristen Stewart, Robert Patrinson, Taylor Lautner, Billy Burke, Sarah Clarke, Ashley Greene, Jackson Rathbone, Peter Facinelli, Elizabeth Reaser, Kellan Lutz e Nikki Reed.

Aguardei por ver este filme e não me desiludi. O filme está excelente, a história magnífica e a banda sonora é boa. Este Amanhecer Parte 1 ou Breaking Dawn Part 1 leva-nos para o fim de uma saga de sucesso. Este filme na semana de estreia bateu recordes de bilheteira nos Estados Unidos da América, em Portugal e em vários dos países onde estreou.

Bella (Kristen Stewart) e Edward (Robert Pattinson) casam e algo de inesperado acontece. O filme tem uma parte passada no Rio de Janeiro, Brasil e leva Pattinson a falar português, o que é engraçado de ver.

O filme conta com cenas arrepiantes, cenas de amor, cenas de luta, entre outras. A parte final é arrepiante, intrigante e um bocado perturbadora. O filme está muito bem arquitectado e realizado. A caracterização feita a Kristen Stewart durante o desenrolar do filme está excelente, a actriz está diferente.

A cena dos lobos a falarem entre si por pensamento está excelente, as últimas cenas estão arrepiantes mas estão super excelentes e é um filme para toda a família.

Os cartazes do filme dizem que “para sempre é apenas o início”, fazendo alusão à eternidade e imortalidade. Para Denis Diderot, “a imortalidade é uma espécie de vida que nós adquirimos na memória dos homens”.

Todos nós, nem que tenha sido uma vez na vida, desejámos ser imortais ou já pensámos no assunto. E para Johan Goethe, “a vida é a infância da imortalidade”.

Voltando ao filme, não saia da sala sem ver os créditos finais, pois estes trazem-nos uma surpresa. E para quem leu o livro, como eu, não se vai desiludir ao ver o filme. Agora é só esperar que a segunda parte estreie.

Excelente, vejam.


5*

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